Condutores Elétricos CONDUSPAR


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Fio Rígido Conduspar BWF 750V
(Co-Extrudado e Mono-Extrudado)
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Cabo Rígido 0,6 / 1kV
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Cabo Flexível 0,6 / 1kV
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Cabo Multiflex Conduspar 0,6/1kV
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Cabo com Cobertura de PVC para Máquinas de Soldar a Arco
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Cabos de Cobre Nu
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Cabo de Controle Flexível 500/1000V (PVC/PVC)
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Cabos de Alumínio Multiplexados
Auto-sustentados 0,6/1 kV CA - ASC
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Cabo Conduspar BWF 750V
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Cabo Singelo FlexparBWF 750V
(Co-Extrudado e Mono-Extrudado)
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Cabo Múltiplo Conduspar PP 450/750V
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Cabo Flexível 300V Parflex
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Fio Rígido de Cobre Nu
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Cabos de Energia com Isolação em Composto Termofixo – EPR/HEPR
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Cabo de Controle Blindado com Fita de Cobre 0,6/1kV
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Sobre o Cobre

O cobre é conhecido pelo homem há mais de 50 séculos e devido a facilidade com que se liga à outros materiais representa hoje um dos mais importantes elementos utilizados em metalurgia.

Entre suas propriedades físicas, a mais importante é a condutividade elétrica, a qual depende muito da pureza do material. Havendo impurezas, mesmo que insignificantes, esta abaixará consideravelmente. Por esse motivo, na eletrotécnica é utilizado o cobre eletrolítico, que atinge um grau de pureza de 99,9%. A condutividade elétrica representa o inverso da resistividade e é extrema em (1/ohms) ou S (Siemens) a 20ºC. O cobre mais puro pode atingir no máximo a condutividade elétrica de 58,5 Siemens a 20ºC ou IACS (International Anneald Cooper Standard) exprime a condutibilidade elétrica do cobre em %, tomando como referência 100% o valor de 58 Siemens a 20ºC. É possível, portanto, encontrar cobre com condutividade elétrica, no máximo de 100,86% IACS. O cobre que apresenta uma condutividade inferior a 97% IACS, não pode ser usado para fins elétricos, submetido a um rigoroso Controle de Qualidade, que garante ao vergalhão a mais alta confiabilidade nas suas características químicas e físicas.

A alta pureza do cobre que constitui o vergalhão utilizado pela Conduspar permite a fabricação de fios finíssimos com excelente condutividade elétrica.

Sobre o PVC

O PVC é um dos poucos materiais plásticos que não é 100% originário do petróleo. Contém 57% de cloro e 43% de petróleo.

A partir do sal, pelo processo da eletrólise, obtém-se o cloro, soda cáustica e hidrogênio. A eletrólise é a reação química resultante da passagem de uma corrente elétrica por água salgada (salmoura). Assim se da a obtenção do cloro que representa 57% do PVC produzido. O petróleo, que representa apenas 43% do PVC formado, passa por um caminho um pouco mais longo. O primeiro passo é a destilação do óleo cru, obtendo-se ao a nafta leve. Essa passa, então, pelo processo de branqueamento catalítico (quebra de moléculas grandes em moléculas menores com a ação de catalisadores para a aceleração do processo), gerando-se etileno. Tanto cloro como etileno estão na faze gasosa e eles reagem produzindo o DCE (dicloro etano). A partir do DCE, obtém-se o MCV (mono cloreto de vinila, unidade básica do polímero que é formado pela repetição do monômeno). As moléculas MCV são submetidas ao processo de polimeração, ou seja, elas vão se ligando formando uma molécula muito maior, conhecida como PVC, que é um pó muito fino, de cor branca e totalmente inerte.